
Às vezes como um barquinho sem nada
No meio de um imenso oceano
Sem utilidades, ninguém se importa
Se ele irá afundar ou acabar-se
Com o tempo que restar
Às vezes como um vento invisível
Que não tem direção nem aparência
Somente existe
Às vezes em um buraco
Totalmente escuro e profundo
Com gritos de agonia
E coisas tenebrosas
Às vezes como um ser totalmente deformado
Sem características de um ser humano
Que passa entre muitas pessoas “normais”
E ninguém ver
Às vezes com muitas opiniões
Com várias liberdades de expressões
Mas que não pode usufrir
Às vezez como eu
Às vezes como um nada...
É assim que me sinto... Às vezes...

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