quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Confissões de uma adolescente em solidão...


Às vezes como um barquinho sem nada


No meio de um imenso oceano


Sem utilidades, ninguém se importa


Se ele irá afundar ou acabar-se


Com o tempo que restar


Às vezes como um vento invisível


Que não tem direção nem aparência


Somente existe


Às vezes em um buraco


Totalmente escuro e profundo


Com gritos de agonia


E coisas tenebrosas


Às vezes como um ser totalmente deformado


Sem características de um ser humano


Que passa entre muitas pessoas “normais”


E ninguém ver


Às vezes com muitas opiniões


Com várias liberdades de expressões


Mas que não pode usufrir


Às vezez como eu


Às vezes como um nada...


É assim que me sinto... Às vezes...



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